Blog da disciplina Redação Jornalística – Una

Maio 31, 2008

Lides – 5 Frações de uma quase história – Hélio

Arquivado em: Uncategorized — hmmj @ 1:16 am

O produtor André Carrera e os diretores Cristiano Abud e Guilherme Fiúza, do recente filme “5 frações de quase uma história”, conversaram com os estudantes da Faculdade de Comunicação e Artes da Una. A conversa abriu espaço para assuntos curiosos, como a relação da política com o processo de uma produção cinematográfica. O evento aconteceu na noite de 29 de maio de 2008.

 

O recente filme “5 frações de uma quase história” foi tema para debate na Faculdade de Comunicação e Artes da Una na noite de 29 de maio de 2008. Estiveram presentes o produtor André Carrera e os diretores Cristiano Abud e Guilherme Fiúza. A produção, feita em Minas, sai do eixo das produções brasileiras limitadas a Rio e São Paulo.

 

 

No dia 29 de maio de 2008, alunos da Faculdade de Comunicação e Artes da Una estiveram com o produtor André Carrera e os diretores Cristiano Abud e Guilherme Fiúza, do filme “5 frações de uma quase história”. O evento possibilitou aos alunos um conhecimento sobre o processo de uma produção cinematográfica.

Leads sobre a palestra

Arquivado em: Uncategorized — viniciusgouv @ 1:12 am

 

Leads sobre a palestra realizada no dia 29 de maio de 2008 na UNA

 

LEAD 1

 

No ultimo dia 29 de maio, foi realizada na Una campus buritis, uma palestra sobre o curta “5 frações de uma quase história”. Foi apresentado aos alunos de comunicação social e Cinema, um pouco mais da atividade cinematográfica no Brasil, dentre elas as dificuldades na captação de verbas e o sistema da Lei de incentivo no Brasil.

 

 

LEAD 2

 

Cristiano Abud , Guilherme Fiúza e André Carrera, diretores e produtores do curta “5 frações de uma quase história”, ministraram uma palestra na Una, no dia 29 de maio, em que os alunos de Comunicação Social e Cinema puderam sentir como é difícil a criação cinematográfica no Brasil, os desafios e caminhos na criação de curtas.

 

 

LEAD 3

 

“5 frações de uma quase história” é um curta apresentado pelos diretores Cristiano Abud, Guilherme Fiúza e André Carreira. É um filme com 5 histórias, mas não é uma coletânea de curtas. As histórias, diferentes, se ligam por alguma forma. Em uma palestra realizada no Centro Universitário Una, os diretores disseram que o interessante é como elas se relacionam e quais foram os desafios na criação do curta.

CINCO FRAÇÕE DE UMA QUASE HISTÓRIA- NALUZ -

Arquivado em: Uncategorized — analuz @ 12:25 am

A COORDENADORA DO CURSO DE CINEMA PROFESSORA SUSANA -UNA – ORGANIZOU UMA ATIVIDADE COM DISCUSSÃO SOBRE CINCO PONTOS DE VISTA DIFERENTES ENCONTRADOS NO FILME: “CINCO FRAÇÕES DE UMA QUASE HISTÓRIA” – MAIO/ 68. MUITO POLEMIZADO O TEMA REFORMISTA. A OPINIÃO DO PROFESSOR FRANCISCO MATA MACHADO  DE ÉTICA E LEGISLAÇÃO DE CINEMA FOI ACOMPANHADA  COM GRANDE INTERESSE PELA PLATÉIA. ELE FEZ UMA ANÁLISE DE CONJUNTURA E ATÉ ABORDOU A MORTE DE EDSON LUIZ NO RIO DE JANEIRO, ASSASSINADO NA FRENTE DE POPULARES, NUMA MANIFESTAÇÃO DE ESTUDANTES QUE REIVINDICAVAM A REDUÇÃO DO PREÇO DO BANDEJÃO.O FILME ESTÁ NA SALA DE CINEMA DA UNA Á DISPOSIÇÃO DOS ALUNOS.

Maio 30, 2008

Leads sobre 5 frações … ALESSANDRA GÁLATAS – 30/05/08

Arquivado em: Uncategorized — Alessandra Gálatas @ 11:53 pm

Lead 1 :

 

Na Una Buritis, no dia 29 de maio de 2008, os diretores do filme “Cinco Frações de uma quase história” conversaram com os alunos. André Carrera - o produtor, disse que o caminho é fazer co-produções, essa seria a nova fórmula para produzir filmes.A união de diretores  para pensando em conjunto, o resultaria no fortalecimento das  produtoras menores que ganhariam mais força  e independência.

 

Lead 2 :

 

Produtoras de filmes devem se agrupar para terem mais força no mercado cinematográfico segundo André Carrera, produtor se ‘Cinco frações de uma quase historia.Essa produção, é fruto da parceria entre as produtoras Camisa Listrada e Abusa Filmes, que tem outros trabalhos ainda em desenvolvimento.Nessa lógica, Minas Gerais poderá se tornar um pólo produtor de bons filmes.

 

Lead 3:

 

O desafio implícito em “Cinco Frações de uma quase história” traz para o cinema brasileiro um resultado surpreendente e polêmico.A inovação está na reunião de seis diretores  diferentes trabalhando juntos e com um pensamento coletivo.

 

 

 

3 Leads _ Palestra _ “5 Histórias de uma Quase História”

Arquivado em: Uncategorized — danydanyxl @ 11:24 pm

Uma produção coletiva e participativa, o filme “5 Frações de uma quase história” desvenda a farsa da “noiva abandona” como estratégia de marketing dos diretores e produtores Cristiano Abud , Guilherme Fiúza e André Carrera. Na última quinta feira, eles palestraram aos alunos de comunicação social e artes da UNA, as estratégias de divulgação, a importância da lei de incentivo e a realidade dos produtores de cinema brasileiros.

Na última quinta feira, os alunos de comunicação social e artes do Centro Universitário UNA assitiram uma palestra com Cristiano Abud , Guilherme Fiúza e André Carrera, diretores e produtores do longa “5 Frações de uma quase história”. Eles contaram sobre a “guerrilha de marketing”, uma bem-sucedida estratégia de divulgação, que contou com uma atriz nas ruas de Belo Horizonte e São Paulo, atuando como uma “noiva abandonada” pedindo ajuda. Eles narraram a realidade do cinema brasileiro diante da dificuldade de captar recursos e a importância da lei de incentivo a cultura.

Os diretores e produtores do longa “5 Frações de uma quase história”, Cristiano Abud , Guilherme Fiúza e André Carrera, falaram em palestra aos alunos de comunicação social e artes do Centro Universitário UNA, sobre a difilculdade dos produtores de cinema em captar verba. Falaram sobre como o sistema da lei de incentivo funciona. O filme teve uma suspreendente e inovadora estratégia de marketing.

3 Leads da Palestra – Nathália Caroline

Arquivado em: jornalismo — nathaliacaroline @ 6:53 pm
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Lead 1

 

Foi realizada uma palestra na universidade UNA, com dois diretores e um produtor do filme “5 frações de uma quase história”, para os alunos de Comunicação Social. O objetivo dessa palestra, é despertar o interesse dos alunos para a cultura.

 

Lead 2

 

Ontem dia 29 de maio de 2008, foi realizada uma palestra com os diretores, Cristiano Abud , Guilherme Fiúza e o produtor André Carrera, do filme “5 frações de uma quase história” na universidade UNA de Belo Horizonte, com intenção de mostrar para os alunos de Comunicação Social, como é a produção de um filme e também esclarecer dúvidas que os mesmos tenham.

Lead 3

 

A Universidade UNA, proporcionou ontem dia 29 de maio, para os seus alunos de Comunicação Social, uma palestra com os diretores, Cristiano Abud, Guilherme Fiúza e o produtor André Carrera, do filme “5 frações de uma quase história”, para que eles pudessem falar mais sobre o longa produzido pelos mineiros, e comentar sobre a forma que escolheram para divulgar o filme, que chamou a atenção da mídia pela maneira com que foi feita toda a estratégia de marketing.

3 leads – Palestra sobre o filme “5 frações de uma quase história” – Luiza Gambogi

Arquivado em: Uncategorized — luizagambogi @ 5:28 pm

Leads sobre a palestra dada no dia 29 de maio de 2008 na UNA, por alguns dos diretores e produtores do filme “5 frações de uma quase história”.

LEAD 1

Os diretores Cristiano Abud e Guilherme Fiúza e o produtor André Carrera, do filme “5 frações de uma quase história”, falaram ontem em palestra à UNA, sobre as dificuldades que os produtores de artes audiovisuais têm para captação de verbas e comentaram como funciona, na prática, o “sistema” da Lei de Incentivo no Brasil. Além disso, contaram sobre a estratégia de divulgação do filme que tomou uma dimensão não prevista e atingiu a mídia sensacionalista por ser uma proposta inusitada que causou polêmica por ter-se misturado o real e o fictício: a “noiva abandonada”. A farsa, que fazia parte do marketing, foi desvendada e o filme amplamente divulgado, despertando a curiosidade do público.

LEAD 2

A “noiva abandonada” criada pelos diretores e produtores, Cristiano Abud , Guilherme Fiúza e André Carrera, para divulgação do filme “5 frações de uma quase história” finalmente foi “desmascarada”. Eles falaram sobre a estratégia que utilizaram para divulgação do filme, explicaram como é a realidade dos produtores de cinema no Brasil e comentaram sobre a importância da Lei de Incentivo a Cultura. A palestra destinada aos alunos do curso de Comunicação Social e Cinema, foi realizada no Centro Universitário UNA, em Belo Horizonte.

 

LEAD 3

“5 frações de uma quase história”, filme lançado este mês, teve como estratégia de divulgação a conhecida história de uma noiva que fora abandonada pelo noivo. A “noiva abandonada”, fruto de um marketing de guerrilha utilizado pelos produtores e diretores, causou polêmica em todo país e chamou a atenção da imprensa. Ontem, Cristiano Abud, Guilherme Fiúza e André Carrera em palestra na UNA, falaram do processo de produção do filme, das barreiras da captação de verbas, do esforço necessário para se concluir um projeto de cinema, da concorrência desleal entre as produções brasileiras e superproduções hollywoodianas e de como repercutiu a ousada e perigosa forma de atrair a atenção do público através da história da “noiva abandonada”. 

 

Leads das entrevistas TIDIR Santa Teresa

Arquivado em: Uncategorized — melcintia @ 5:20 pm

Ei, Joana

 

Tudo em paz?

Seguem os dois leads das entrevistas que fiz no grupo de TIDIR.

Nosso trabalho é sobre Santa Teresa.

Não sabia se enviava as entrevistas. Na dúvida… 

Haja estômago, hein?!

 

Forte abraço,

 

Cíntia 

 

 

 

 

 

Lead Entrevista Luís Góes
“Minha roça sempre foi Santa Teresa”

Quem busca informações sobre Santa Teresa, bairro tradicional de Belo Horizonte, sempre recorre a ele. Jornalista formado na primeira turma da Uni, em 1965, Luis Góes uniu à profissão, o amor que nutre há mais de 60 anos pela vila mais famosa da cidade e tornou-se uma sumidade quando o assunto é Santê.

Entre uma e outra história, ele não esconde sua paixão pelo lugar.  

 

Entrevista Luís Góes por Cíntia Melo

 

Cíntia: Como foi que começou o seu caso de amor com Santa Teresa?

Luís: Eu nasci em Conceição do Mato Dentro. Vim para Belo Horizonte com dois anos de idade. Não conheço roça, interior. Minha roça sempre foi Santa Teresa. Eu estou com 63 anos e moro aqui há sessenta e um.

Cíntia: De lá para cá, o que mudou no bairro?

Luís: O mundo mudou. As pessoas acham que Santa Teresa não está dentro de Belo Horizonte. Mas tudo o que acontece em Belo Horizonte acontece aqui. A criminalidade, que antes era zero, hoje não é mais. Assalto e assassinato também fazem parte de Santa Teresa. A vida mudou. Santa Teresa também. O principal problema do cidadão atualmente é a violência.

Cíntia: Esse purismo das pessoas em relação a Santa Teresa se deve a quê?

Luís: O itinerário da nossa linha de ônibus é daqui para centro e do centro para cá. Santa Teresa não é passagem para outros bairros. Para se deslocar em BH, você não passa dentro de Santa Teresa, mas fora. O bairro ainda tem muita casa da década de vinte, trinta, da arquitetura dessa época.

Existem muitas famílias que moram aqui há mais de oitenta anos com os netos, as novas gerações.

Isso tudo ajudou a preservar a tradição do bairro. Isso explica esse estigma em relação ao bairro.

Cíntia: Esse sentimento de amor e cuidado com o bairro, permanece nas gerações que estão chegando?

Luís: Sempre. Os jovens que vivem aqui convivem muito bem com o bairro e valorizam a sua história e tradição.

Cíntia: Que medidas práticas foram tomadas ao longo dos anos para a preservação dessa tradição?

Luís: Nós temos aqui no bairro, uma lei que impede a derrubada das casas antigas. É uma ADE, Área de Defesa Especial que impede também a construção de prédios acima de três pavimentos. Está dentro da Lei de Uso e Ocupação do Solo. Não temos agências bancárias, por exemplo. Aqui não pode ser instalada nenhuma indústria, por exemplo. Nada que perturbe a vida do cidadão do bairro.

Cíntia: Isso foi uma grande conquista, então?

Luís: Foi uma conquista nossa, do movimento Salve Santa Teresa. Tudo para preservar a história de Santa Teresa. Se não tivéssemos alcançado essa ADE, a expansão imobiliária teria mudado a cara do bairro. É uma ilha mesmo. Um dos poucos lugares da cidade em que você pode estacionar seu carro na rua. O número de casas é muito maior que o de prédios. Temos espaço.

Cíntia: O senhor acredita que vai continuar assim?

Luís: Enquanto eu estiver vivo, vou lutar por isso. Tem um grupo atento de pessoas em Santa Teresa que também vai defender, enquanto puder, a tradição do bairro. E eu acredito que os jovens daqui irão nos substituir bem.

Cíntia: A presença dos militares em Santa Teresa colaborou para a manutenção das suas características?

Luís: Acredito que sim. Eles estão aqui desde 1916 e defendem as tradições do bairro, além de trabalhar pela segurança dos moradores. O interessante é que embora estejam aqui, a maior parte do tempo estão fora do bairro, resolvendo conflitos em outras comunidades que precisam mais deles.

Cíntia: A polícia é bem aceita aqui? A relação com os moradores é saudável?

Luís: Hoje sim. Já quiseram tirá-la daqui quando era representava a chamada polícia de guerra, repressora, mas o tempo passou e a polícia evoluiu muito. A conduta é outra e o relacionamento é muito bom.

Cíntia: O que perturba o sossego do bairro hoje?

Luís: Às vezes, as pessoas que vêm de outros bairros, para curtir a noite de Santa Teresa. Gente que chega com o carro equipado com um som estridente e acha que está em casa, usa e abusa.

Cíntia: Mudou muito o lazer, o jeito de curtir o bairro?

Luís: Muito. As pessoas hoje, aqui e no mundo, estão fazendo entretenimento dentro de casa. Nossa Praça Duque de Caxias, por exemplo, não é mais palco, como era antes, de encontro e lazer. As pessoas têm medo da violência. A população cresceu. Nos últimos quinze anos foram construídos cerca de 150 prédios em Santa Teresa. O aumento da população traz problemas também.

Cíntia: Qual é o número de habitantes do bairro?

Luís: O último censo que vi, há dez anos, falava em 15.000 pessoas. Mas esse número, com certeza, aumentou consideravelmente.

Cíntia: Se fosse para citar um problema a ser resolvido no bairro, qual seria?

Luís: Eu não gosto de falar mal de Santa Teresa. Para citar um problema típico do bairro? Não. Santa Teresa não tem.

Cíntia: E um lema, Santa Teresa tem?

Luís: Tem. Santa Teresa, tranqüilidade na cidade.

Cíntia: O bairro tem um hino?

Luís: Tem uma canção feita na década de 1940 pelo Celso Garcia. “ Vou pra Santa Teresa que aquela beleza, o bonde levou…” Lembra?

Cíntia: Claro.

Luís: Mas quando ele foi gravar essa música no Rio, incorporaram, por causa da letra, ao bairro carioca de Santa Teresa. Segundo contam os mais antigos que conviveram com o autor, foi isso o que aconteceu com a nossa canção hino.

Luís afirma que Santa Teresa é o bairro com o maior índice de IDH de BH.

Foi presidente do bairro em 1988. 

  

 

Lead Entrevista Sanakan Firmino

De volta à tradição 

Ele passou a infância em Santa Teresa, bairro famoso da capital mineira.

Adolescente, foi morar na Savassi, mas continuou freqüentando a feirinha da Praça Duque de Caxias, cartão postal do lugar. Hoje, aos 29 anos, o designer gráfico Sanakan Firmino casou e mudou-se de mala e cuia para Santa Teresa. De volta, ele conta porque escolheu Santê para viver e criar os futuros rebentos.  

 

 

Entrevista Sanakan Firmino por Cíntia Melo

 

Cíntia: Você morou na Savassi por um bom tempo e escolheu mudar para Santa Teresa. Por quê?

Sanakan: Eu já morei no bairro. Passei minha infância, boa parte dela, em Santa Teresa. Quando saí, não me desvencilhei totalmente. Sempre voltava nos finais de semana para me divertir. Tinha as feirinhas na Praça Duque de Caxias e eu não perdia.

Cíntia: Isso foi há dez anos. E hoje?

Sanakan: Bom, a feirinha acabou, mas continuo a curtir o lazer de Santa Teresa.

Existem muitos bares bacanas, bons restaurantes. Tudo com um pano de fundo cultural.

Cíntia: Como foi sair da Savassi para Santa Teresa?

Sanakan: Parece que estou no interior agora. A segurança é muito melhor. Tem o Batalhão que já proporciona isso e os próprios moradores, porque todos se conhecem. Cria-se então um clima de intimidade, de cuidado. Todos cuidam de todos. Eu fui tão bem recebido pelos moradores que, no início, achava até um pouco invasivo. Na Savassi, o clima era totalmente intimista. Eu nem conhecia meus vizinhos de porta, no prédio em que morava. Os moradores mais antigos de Santa Teresa conversam muito com você e trocam convivência: de receita, até vaga de garagem.

Cíntia: Essa característica de vila vem daí?

Sanakan: Acredito que sim. Santa Teresa é um bairro cercado e isso favorece a manutenção da sua tradição. E os moradores não querem e não permitem que as tradições sejam perdidas. Eles lutam pela manutenção dos valores do bairro.

Cíntia: Para você, qual a característica mais forte de Santa Teresa?

Sanakan: Esse jeito de interior. Por exemplo, eu faço todas as minhas compras lá e compro fiado. Onde é que a gente faz isso em Belo Horizonte, hoje? Em Santa Teresa, ainda existe a confiança, o crédito na pessoa.

E a sua ótima localização é outro ponto forte, te permite um deslocamento rápido e fácil aos outros lugares da cidade. Como Santa Teresa, não há.

Cíntia: Você literalmente casou e mudou para Santa Teresa. Adotou definitivamente o bairro? Pretende criar seus filhos lá?

Sanakan: Santa Teresa é o bairro ideal. Não pretendo sair de lá. E minha esposa concorda comigo. Costumamos dizer que moramos em um condomínio sui generis de Belo Horizonte. Santa Teresa tem bar, o do Orlando, perto da Parada do Cardoso, com mais de sessenta anos, época da estação de trem. É muita história e cultura em um mesmo espaço!    

Cíntia: Você passou um pedaço da sua infância em Santa Teresa e pretende criar seus filhos lá. Mesmo com todas as benesses do bairro, vai ser diferente, não?

Sanakan: Infelizmente, mesmo em Santa Teresa, as crianças não brincam mais como eu brincava. Aquelas brincadeiras de rua: queimada, futebol, vôlei, acabaram. Nesse sentido, o bairro também foi afetado.

Cíntia: Tem alguma reclamação do bairro?

Sanakan: A cultura de vizinhança, do “boca a boca”, não funciona mais. O bairro cresceu. Acho que falta informação sobre ele. Sei que existe um jornal local, mas eu não recebo. Leio nos restaurantes que freqüento. Às vezes saio do trabalho e passo pela Praça Duque de Caxias e vejo que alguma apresentação está acontecendo, mas eu nem sabia. Com certeza, com tantas atrações culturais que o bairro oferece, deveria haver mais divulgação.

Cíntia: Um elogio final?

Sanakan: Santa Teresa é tranqüilidade, conforto e tradição. Tudo junto.

 

Maio 16, 2008

lid refeito

Arquivado em: Uncategorized — renatasann @ 8:26 pm

O Brasil atingiu, em fevereiro de 2008, o recorde de 22 milhões de usuários residenciais de internet, de acordo com o Ibope/NetRatings. A valorizaçaõ da moeda, o Real, contribuiu que permitisse a importação de peças e eletrônicos com um custo mais baixo.

Renata Santos

Maio 15, 2008

Segundo lead sobre tecnologia – Nathalia Caroline

Arquivado em: jornalismo — nathaliacaroline @ 3:55 pm
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O BRASIL ATINGIU EM FEVEREIRO DE 2008 O RECORDE DE 22 MILHÕES DE USUÁRIOS RESIDENCIAIS DE INTERNET, DE ACORDO COM O IBOPE / NETRATINGS. PROGRAMAS SOCIAIS DO GOVERNO DE INCLUSÃO DIGITAL E UMA MAIOR CONSCIENTIZAÇÃO POR PARTE DA POPULAÇÃO QUANTO A IMPORTÂNCIA DO ACESSO AO COMPUTADOR PARA NOSSAS VIDAS SÃO AS PRINCIPAIS CAUSAS PARA ESSE AUMENTO. 

 

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