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Junho 6, 2008

Leads das entrevistas do TIDIR – Luiza Gambogi

Arquivado em: Uncategorized — luizagambogi @ 6:34 pm

 

LEADS DE ENTREVISTAS FEITAS NO BAIRRO DE SANTA TEREZA

 

 

PM Tenente Wanderson, 31 anos, 10 como militar.

Assessor de Comunicação da PMMG

16º Batalhão da PMMG

 

 

Lead

A Assessoria de Comunicação da PMMG, em entrevista sobre o Santa Tereza, trás dados oficiais da incidência criminal na região. Para moradores, que dizem viver em um ambiente familiar e tradicional, o bairro  é considerado violento e boêmio, mas para a PM ele não se encaixa no ranking de regiões com índice de criminalidade alta, inclusive teve uma diminuição de 23,8% nesse último ano. Em suas declarações, o assessor desmistifica a questão das “Torres Gêmeas”, considerada por muitos, a chaga e o câncer do “Santê”.

 

 

José Maria da Rocha, o “Bolão”.

Proprietário do “Restaurante do Bolão”, um dos pontos mais conhecidos da cidade e localizado no bairro de Santa Tereza.

 

Lead

O proprietário do “Restaurante do Bolão”, eleito consecutivas vezes pela Veja como o melhor da cidade, na categoria “Fim de noite”, concede entrevista e fala de sua história. Despojado, simples e natural, Bolão revela como seu restaurante se tornou um ponto de encontro de grandes músicos e artistas brasileiros nos 47 anos de permanência no bairro. Defende o Santa Tereza e diz não se incomodar com o que é a preocupação de muitos: a falta de segurança. Ele conserva suas tradições e costumes e acredita que o sucesso do estabelecimento é fruto da simplicidade.

 

 

W.B., 44 anos.

Taxista há 18 anos na Praça Duque de Caxias, bairro Santa Tereza.

 

Lead

As surpreendentes e polêmicas declarações do taxista revelam o que muitos moradores gostariam de manifestar. Com indignação, fala do uso de drogas no bairro, da boemia que causa agitação e tumulto, bairrismo exacerbado, falta de segurança, do temor dos moradores em relação à ocupação das “Torres Gêmeas” e do crescimento populacional do bairro nos últimos anos que trouxe um fluxo excessivo de veículos e um trânsito caótico. O taxista, apesar de considerar o bairro “familiar”, preocupa com a falta de segurança que, ao seu ver, é conseqüência do uso de drogas e da migração de infratores de regiões próximas. Para ele, os moradores vivem em meio a um paradoxo dos costumes tradicionais e a grande movimentação trazida pelos bares.  

 

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